quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

M.A.C.


COMPREI ESTES DOIS NOVOS AMIGOS, SABEM PORQUE?

Estes últimos dias têm sido acelerados, começam cedo e acabam tarde.
Às 7.30 toca o despertador, vou vestir a roupa do ginásio que preparei no dia antes, chamo o W e o G para o pequeno almoço e comemos os nossos cereais. Visto o G, normalmente com uma ou duas birras pelo meio e entretanto o Ollie acorda, mudo-lhe a fralda e preparo o biberon que o mano grande lhe dá.

Vou ao ginásio, tomo o duche e volto mesmo a tempo de levar os grandes à escola.

Entretanto o namorido acorda, despacha-se e fica com o Ollie até eu voltar, para ir trabalhar em seguida. Ficamos o Ollie e eu, para tratar das compras, do almoço e jantar e claro as coisas normais da casa.

Chega a hora de almoço
O namorido vem para ficar com o Ollie e eu vou trabalhar. No final da tarde, depois do trabalho vou buscar os grandes à escola, lanchamos em casa e vamos para o futebol (nos dias de treino, ou fazer T.P.C, ou ir à biblioteca. Nos dias de futebol o treino acaba às 8, vou buscar o W e voltamos para começar os banhos e finalmente jantar.

Hoje é dia de treino, está frio e a chover, não me apetece NADA, mesmo NADA a correria do fim do dia, mas o jantar esta adiantado e a vida tem de continuar.

AH!!..
esqueci-me de dizer o namorido joga Futebol às quintas por isso...
levar às 18.00,voltar para casa dar banho a dois, meter o jantar ao lume, sair com o dois para ir buscar o mano grande ao futebo, dar banho a esse e meter toda a gente a jantar, é por minha conta. Odeio estes dias!!!

Vou ali meter maquilhagem para disfarçar a neura.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Foi assim o domingo

O meu mamorido foi ali falar com os monstros que insistem em aparecer na cama do G, entretanto deixo-vos aqui umas fotos do fim de semana.




sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

1º dia

O PRIMEIRO DIA FOI...

Um misto de sentimentos, por um lado estava contente de voltar a ver os colegas e sentir-me útil profissionalmente, por outro lado senti-me um pouco perdida.
Mas correu tudo bem, a patroa não estava o que simplifica bastante a coisa. Sim, porque embora ela seja no fundo, às vezes muito fundo, uma excelente pessoa, também consegue ser um terror.

No caminho para lá parecia que faltava alguma coisa, ou melhor faltavam 3! Na cadeira do lado só estava a minha mala e nada de Ollie, e atrás estava silêncio, um silêncio tão grande que me obrigou a ligar o rádio. Mudei de estação algumas vezes e entretanto cheguei.

Basicamente limpei a caixa de correio, que tinha mais de MIL, sendo que só uns 100 não eram spam, e arquivei dois ou três papelitos.

Amanhã vou marcar o cabeleireiro para a patroa porque imagino que mantém o seu look hippie e precisa desesperaamente de uma cor, um corte ( e o buço arrancadinho, porque no séc. XXI, uma Sra de bigode não fica NADA bem!)

OLHA, já sei! Um dia vou inscrevê-la num daqueles programas de makeover tipo WHAT NOT TO WEAR, boa???

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Regresso...


Quarta-feira regresso ao trabalho, o que me deixa com um aperto no coração por tantos motivos...

Deixar o bebé é o primeiro, porque embora seja o terceiro sinto-me como se fosse o primeiro, e até podiam ser dez, o Amor de mãe não se divide, multiplca-se.

Continuar a ir ao ginásio que me livra do stress e das gordurinhas, está cada vez mais difícil, e a solução passa por ir as 8 da manhã. Vai doer muito muito...

Conseguir ir as compras antes de ir apanhar os miúdos à escola, para poder passar algum tempo de qualidade com eles (sem ser nos corredores do continente).

O trabalho em si, não me assusta, mas depois de 9 meses tenho receio de estar menos informada e em cima do acontecimento, como exigem lá no estaminé.

E claro... tenho medo de andar tão cansada que me deixo dormir às 10 da noite, sem namorar nada, nada, nadinha...

O tempo está a acabar por isso vou acabar as bolachinhas dos míudos

domingo, 10 de janeiro de 2010

Adopção



Recentemente uns amigos fora entregar roupa ao refúgio Aboim e Ascenção em Faro, aproveitaram para visitar os bebés, que são muitos.

No berçário estão em fila mais de dez camas, com um único boneco cada. As funcionárias são muito maternais e tratam os bebés com todo o carinho do mundo, mas isto não substítui uma familia. É imposível substituir uma família e quando me refiro a família estou a falar da ou das pessoas com quem vivemos na nossa casa independentemente do sexo dos mesmo, porque os abraços e os miminhos não têm sexo.

A foto que escolhi mostra um pai (lindo! tenho que dizer!) e um filho ( super lindo!), mas podiam ser dois pais ou duas mães, porque estes momentos de mimo e intimidade pela manhã, no quentinho não acontece nas instituições, não é possível dar mimo com hora marcada, ou dar mimo até ao final de um turno de trabalho com o mesmo significado que teria o mimo de uma mãe/pai numa casa.

Compreendo que crescer numa casa com duas mães ou dois pais não dever ser fácil, porque as crianças por vezes são cruéis umas com as outras, mas... será sempre melhor do que crescer numa instituição, por muito boa que seja.

Espero que não demore muito tempo até que voltem a votar e que seja aberta esta porta
a todas as crianças, porque quem sai castigado nesta falta de bom senso são as crianças.

Até lá as criaças esperam nas instituições, com as mães e pais que lá trabalham

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

lembram-se do monstro das bolachas???...


Pois bem...
Eu sou uma versão moderna do monstro das bolachas, ou seja, eu faço bolachas, MUITAS bolachas, bolachas até mais não...

Apeteceu-me experimentar fazer uns "gingerbread men", que ficaram uma gracinha, entretanto os miúdos acharam piada a meter a mão na massa, portanto nestes dias frios temos feito bolachas de todas as cores e feitios. Para os vizinhos, para os colegas, para a equipa de futebol, para a avó e com este frio acho que vamos ter tantas que vamos ter de oferecer na rua..

Feliz tudo! (atrasado)


FELIZ NATAL, FELIZ ANO NOVO, FELIZ tudo...

Andei feliz o mês inteiro, mas também muito ocupada e portanto não houve tempo para passar por aqui.

Aqui fica uma foto do meu "G" em plena cantoria (ou talvez não, porque ele passou o tempo todo à nossa procura na audiência)

até breve